Empreendendo

Kell Haller mudou a rota

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Duas engenheiras trabalhando no varejo, foi assim que eu conheci a Kell, há 6 anos atrás. Trabalhávamos juntas, ela responsável pelo planejamento de demanda e compras de produtos e eu responsável pelo trade marketing e comercial….blablabla, papo chato este de cargos, vamos pular esta parte.

Mas a gente trabalhava lá, no mesmo ambiente, mesma firma, mesas separadas, gestões separadas, e vira e mexe uma estava ajudando a outra nas inaugurações de loja e datas comemorativas. A gente tinha muito em comum, engenheiras, planejadas, certinhas, num varejo louco que muda o tempo todo, e ainda nos encontrávamos pros papos holísticos sobre anjos, hipnose, terapias, comunicação não violenta, reike, e assim vai…

Aprendemos demais no varejo, aprendemos a mudar a rota, porque varejo é isso né? Uma escola! E eu aprendi demais nas trocas que tinha com a Kell, nos cafés e almoços, lembro direitinho de uma inauguração de loja no Recife, ambas descolando um adesivo filho da put@ da vitrine com aquelas colas que agarram no vidro, no meio da tensão do natal, e lá estávamos nós, plenas na vitrine, conversando sobre terapias holísticas. E a gente era daquele tipo que punha a mão na massa sempre!

A palavra “resiliência” aprendi com ela, não por que ela queria me ensinar não, porque ela era o exemplo de resiliência na firma. E até quando ser muito resiliente é bom? Resiliência pelo dicionário é a capacidade de se adaptar facilmente às mudanças, ou a capacidade de um objeto de retornar a sua forma original, mas deve machucar pra um objetivo sair e voltar pra sua forma original tantas vezes! E a Kell estava lá, mostrando ser uma fortaleza, mesmo com as condições mudando o tempo todo, ela sempre se adaptava, imagino que devia machucar, mas ela estava sempre lá, firme. 

Trabalhamos 4 anos na mesma firma, fomos nos conectando cada vez mais, até psicóloga ela me recomendou num momento que eu queria muito começar terapia, e foi indicação certeira: fiz 3 anos de terapia com esta indicação e me descobri muito. 

Até o dia que a Kell e eu fomos desligadas, no mesmo dia! Uma às 8h da manhã, a outra às 9h. Mas como dizia uma amiga minha, energeticamente já não estávamos na firma, estávamos desconectadas daquele espaço de trabalho, então não foi surpresa, recebemos a notícia de forma madura, marcamos de ir ao sindicato juntas dia seguinte assinar os papéis e já fomos de legging e tênis pra curtir o dia no parque depois! Lembro muito daquela manhã de parque, água de côco e planos, em plena terça-feira!

Naquele momento, já falávamos de reike e thetahealing, e a Kell logo foi fazer os primeiros cursos de Thetahealing, foi uma decisão certeira na vida dela! Após ela realizar o básico já me deu uma sessão, e me ajudou a derrubar uma barreira de medo que eu tinha de me jogar no sabático pra me descobrir em uma nova profissão…e olha que após dois anos também estou me descobrindo no thetahealing como uma nova profissão…

Naquela época, a Kell logo foi trabalhar em uma nova firma, mas foi por poucos meses, porque no fundo ela sabia o que queria: trabalhar com cura e energia. Em paralelo, ela se formou em mais de 10 cursos do Thetahealing, foi até a Espanha ter formações como instrutora e em poucos meses largou a firma e passou a se dedicar 100% com o que queria:  atendimentos e cursos de Theta!

Foi uma decisão fácil? Mudar da estabilidade para o novo nunca é fácil, exige coragem, mas se não tentarmos nunca saberemos. Tem o salário que cai certinho todo mês no mesmo valor? Não. Tem a segurança financeira, plano de saúde, 13º? Não. Mas ela está feliz e confiante. Porque quando a gente faz o que ama, manifesta positivo, corre atrás, o resto vem.

Esta decisão também não foi fácil porque o marido da Kell tem uma profissão fora do “comum”: é mágico e hipnólogo. Então os ganhos dele são sazonais, dependem dos eventos! Ter o salário da Kell antes, caindo redondo todo mês era uma segurança para ambos. Aliás, se ela fosse escutar muitos palpites que escutou na vida, nem com ele estaria há 12 anos, pois foram muitos julgamentos ao que seria um relacionamento ideal, afinal, “mágico, né?”. Mas o que é um relacionamento ideal? Pra Kell é onde existe amor, respeito e admiração e é valorizando as diferenças que um impulsiona o outro. Agora ambos resolveram viver e se entregar a seus verdadeiros propósitos! Hoje o Paolo também embarcou no Thetahealing e apoia a Kell nos cursos! Sobre as contas pra pagar? Ainda existem e estão sendo pagas. Confie, trabalhe no que você ama, que o dinheiro virá. 

Porque eu queria contar a história dela aqui? Porque eu a admiro e queria inspirar muitas outras mulheres a não ficarem em suas zonas de conforto. Inspirar a escolherem seus boys pelo amor e companheirismo e não pela segurança financeira ou social. Inspirar a se dedicarem às profissões que sonham em trabalhar, e não às que estão em suas zonas de conforto!

Ah! E sobre o Thetahealing, passo a palavra à Kell que está neste mundo há bem mais tempo que eu: “ Nós construímos nossa vida a partir de nossas crenças, muitas estão no nosso inconsciente, aproximadamente 90% do que fazemos é inconsciente segundo a ciência. Mas calma, nem tudo é ruim!!! Com o ThetaHealing conseguimos acessar esses padrões inconscientes e mudar aquilo que a pessoa entende como limitante. Ao reconhecer todos os aprendizados que aquele padrão trazia pra pessoa, re-significamos e a partir daí a pessoa pode criar algo novo pra si, inclusive se livrar de doenças físicas. ThetaHealing (cura da alma) é uma técnica de autoconhecimento e transformação , com diversas ferramentas fantásticas e com uma energia de puro amor que trabalha 3 pilares importantes: mente, corpo e espiritualidade.” Kell Haller.

É isso! E pra quem tem interesse em uma sessão ou formação em Thetahealing em SP, super indico esta minha amiga! O contato da Kell: (011) 98342 9453.

E espero ter inspirado mais gente por ai!